Fitness é a categoria em que o modelo profissional prejudica ativamente a campanha. Um corpo que o espectador não consegue se imaginar tendo não prova nada sobre o produto, e o público mexicano ficou muito bom em notar a diferença.

O corpo comum ganha do atleta

Alguém visivelmente no meio do processo, numa academia real ou num apartamento pequeno, convence muito mais que um atleta patrocinado. O espectador não aspira ao físico, está checando se o produto serve para uma pessoa no estágio dele.

Mostre o produto em uso, não o resultado

Filme a legging durante um agachamento, a coqueteleira sendo lavada, o tapete desenrolando e ficando plano. O comprador de fitness já se decepcionou antes e procura pontos práticos de falha e não inspiração.

Alegações de saúde e corpo fazem anúncios serem recusados

Promessas de emagrecimento, transformações de antes e depois e tudo que insinue um resultado médico são restritos nas grandes plataformas e vigiados pelos reguladores. Descreva a experiência de uso, não o resultado suposto.

Treinar em casa é o contexto majoritário

Mensalidade de academia não é universal e muitíssimo treino acontece em salas e espaços pequenos. Um vídeo gravado numa academia premium vazia fala com uma minoria do mercado; um gravado em casa fala com a maioria.

Suplementos pedem cuidado extra

Suplementos alimentares carregam obrigações de rotulagem, e um criador improvisando um benefício de saúde cria um risco real. Dê a redação aprovada e deixe que ele a diga com as palavras dele em vez de inventar uma.

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Perguntas frequentes

Vale escalar um atleta?

Quase nunca, corpos comuns convencem mais.

O que o vídeo deve mostrar?

O produto em uso, não o resultado.

O que faz um anúncio ser recusado?

Promessas de peso e de saúde.

Onde filmar?

Sobretudo em casa, onde se treina.