As telecomunicações canadenses têm satisfação do cliente notoriamente baixa, algo incomum numa categoria que as pessoas pagam todo mês. Para uma marca disposta a ser honesta, essa lacuna é uma oportunidade que quase ninguém pega.

O público chega já irritado

Ninguém que assiste a um vídeo de telecom é neutro. A pessoa tem uma conta que considera alta e uma lembrança ruim. Um vídeo que abre celebrando a marca confirma todas as crenças prévias dela em dois segundos.

A transparência de preço é o diferencial

A categoria é definida por tarifas promocionais que vencem, encargos que aparecem depois e contratos que as pessoas não entendem. Um criador que diz com clareza quanto custa no mês treze está fazendo algo que a categoria quase nunca faz, e isso aterrissa.

As alegações de cobertura são a parte arriscada

Onde o serviço realmente funciona é uma alegação de desempenho, e é a que os clientes testam de imediato. Deixe um criador descrever a própria experiência na própria área em vez de fazer uma afirmação sobre a rede toda que a marca terá de sustentar.

O Canadá rural e remoto é uma história real

A conectividade fora dos grandes corredores é um problema real e um motor de compra real. Um criador que filma o que o serviço faz num chalé, numa rodovia ou numa cidade pequena responde à pergunta que mais importa fora das cidades.

O Quebec tem outro conjunto competitivo

As participações de mercado e as marcas de referência não são as mesmas, e obrigações linguísticas se aplicam. Uma campanha nacional de telecom veiculada sem mudanças no Quebec costuma competir contra a comparação errada na cabeça do espectador.

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Perguntas frequentes

Em que estado o público chega?

Já irritado com a categoria.

O que mais diferencia?

Transparência honesta de preços.

Alegações de cobertura são arriscadas?

São, os clientes testam de imediato.

O que importa fora das cidades?

A conectividade em áreas rurais e remotas.