Metade dos clientes que o contratarem aqui vão fazer o briefing em inglês. Conte com isso antes de contar com o resto.
Quem compra, e em que língua
Seis famílias de clientes.
As empresas de tecnologia e as jovens empresas.
As marcas nacionais e os distribuidores.
Os alojamentos e agentes do turismo.
Os comércios e restaurantes.
Os serviços a residentes estrangeiros.
E as agências que trabalham para clientes estrangeiros.
O que encomendam
Seis formatos frequentes.
Uma demonstração de produto ou de aplicação.
Uma apresentação de local ou de estabelecimento.
Um testemunho de cliente.
Um conteúdo de recrutamento.
Um registo de evento.
E uma série curta para as redes.
Trabalhar entre duas línguas
Sete regras que evitam problemas.
Escrever o guião na língua de difusão.
Fazê-lo rever por uma pessoa nativa antes da rodagem.
Nunca traduzir um jogo de palavras à letra.
Verificar as menções obrigatórias em cada língua.
Adaptar o ritmo de fala à língua falada.
Entregar as legendas nas duas versões.
E faturar a segunda língua como uma linha à parte.
O que a cidade lhe custa
Seis rubricas a integrar na sua tarifa.
O custo da habitação e do espaço de trabalho.
O tempo de deslocação entre bairros.
O estacionamento, muitas vezes impossível no centro.
O material adaptado às ruas inclinadas.
O seguro que cobre a sua atividade.
E o tempo administrativo, a confirmar com um contabilista.
A armadilha turística
Seis erros que custam clientes.
Entregar imagens que parecem um postal.
Filmar às horas em que os locais estão saturados.
Mostrar cenários já vistos mil vezes.
Esquecer de pedir o acesso a um local privado.
Descurar o som em ruas barulhentas.
E propor um conteúdo sem ligação ao produto vendido.
Por onde começar aqui
Seis ações concretas.
Construir dois exemplos, um em cada língua.
Visar as empresas tecnológicas que estão a recrutar.
Contactar os alojamentos antes da sua época.
Tornar-se visível nas plataformas especializadas.
Pedir uma recomendação após cada entrega.
E voltar a contactar os clientes do ano passado no momento certo.
Como construir um preço aqui
Seis linhas a fazer constar.
A preparação e a reescrita do guião.
O tempo de rodagem.
O número de línguas entregues.
O número de correções incluídas.
A linha de direitos, com duração e território.
E a revisão por uma pessoa nativa.
O que encomenda uma capital atlântica
| O comprador | A sua encomenda tipo | O que exige |
|---|---|---|
| Uma empresa digital jovem | A demonstração de um produto | Uma versão em inglês |
| Um alojamento ou uma visita guiada | O lugar e a experiência | Duas línguas no mínimo |
| Uma marca de moda ou de cosmética | O uso e a textura | Uma luz fiel |
O que dá a luz da cidade
Um contraste muito marcado entre ruas estreitas e praças abertas. Um mesmo percurso oferece a sombra dura e a luz aberta em cem metros, o que permite filmar dois ambientes sem mudar de lugar.
O que o cliente internacional espera
Uma faturação clara e uma língua de trabalho comum. Um orçamento em inglês, um prazo datado e um ficheiro entregue no formato certo valem mais do que uma tarifa baixa mal explicada.
O que a plataforma traz
Na UGC MATCH, a inscrição é gratuita e sem assinatura: declara as suas línguas, fica visível por categoria e por país, e a encomenda guarda o rasto do briefing e da entrega. A marca paga na encomenda, os fundos não são libertados de imediato, e o pagamento sai na validação. A plataforma retém 10% do preço do lado do criador, que fica com 90%, e cobra à marca uma taxa de serviço de 6%, com um mínimo de 1,50 EUR.
Uma última referência: aqui saber escrever nas duas línguas vale mais do que uma câmara melhor. É a competência menos partilhada do mercado.



