Um vídeo de criador pode viver muito além do feed. Na França, as redes de supermercado, as lojas especializadas e o comércio independente têm telas no corredor, totens e catálogos digitais carentes de vídeo, e quase ninguém grava pensando nisso.
O que muda para uma tela na loja
Não há som: tudo precisa passar pela imagem e pela legenda.
O espectador está de pé e de passagem: quatro segundos, não trinta.
O formato nem sempre é vertical: muitas telas são horizontais ou quadradas.
O conteúdo precisa envelhecer: uma tela não é atualizada toda semana, então nada de datas nem promoções que expiram.
Os formatos que funcionam no corredor
| Formato | O que mostra |
|---|---|
| A demonstração muda | Produto em uso, três planos, uma legenda. |
| O antes e depois | Entendido sem explicação. |
| A comparação visual | Duas opções, uma diferença clara. |
| O modo de usar | Útil onde um vendedor repete a mesma explicação vinte vezes por dia. |
Esse último ponto é o argumento para levar à reunião: um bom vídeo no corredor libera tempo de vendedor, e isso pode ser quantificado.
O que negociar
Direitos que cubram explicitamente o ponto de venda e o impresso, além do digital. É um uso distinto e é cobrado.
Uma duração, porque uma tela pode ficar com o mesmo vídeo por dois anos.
E o caso dos distribuidores: se os seus produtos são revendidos por outras redes, decida se elas podem reaproveitar o conteúdo, porque vão pedir.
Produzir sem dobrar o custo
Grave uma vez e entregue quatro versões: vertical com voz, vertical sem voz, quadrada com legenda, horizontal muda. Meia hora a mais de edição, quatro canais cobertos.
Para seguir
O ponto de venda é o canal em que o mesmo vídeo se paga duas vezes. Nosso guia completo de UGC para marcas cobre briefing, direitos de uso e processo.



