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Por cidade

Criadores de UGC cidade a cidade em Portugal

Quase todos os criadores portugueses vivem em Lisboa ou no Porto, e quase todas as marcas fora dessas duas cidades têm dificuldade em encontrar alguém. Essa distância é o facto mais útil deste mercado: em Braga, Aveiro, Leiria ou Setúbal há empresas com orçamento e nenhuma oferta local. Estes guias tratam cada mercado pelo que ele é, ilhas incluídas.

13 guias

A distância só atrapalha as filmagens que precisam de um sítio

Quase todo o trabalho de criador precisa de uma mesa, uma janela e um produto. Isso existe em todo o lado, e o que muda mesmo é mais curto do que se pensa.

A quarenta minutos de Lisboa, e espremido dos dois lados

Estar perto da capital parece uma vantagem. Na prática um pede desconto porque não está lá, e o outro acha as suas tabelas demasiado lisboetas.

Aveiro fotografa como um postal e paga como uma fábrica

Os canais são o que qualquer objetiva encontra primeiro. Os orçamentos estão na cerâmica, nos moldes e na eletrónica, e os dois não se cruzam.

Braga, onde o espectador que interessa é um candidato

O dinheiro aqui não está nas marcas de consumo. Está em empresas que vendem a outras empresas e que recrutam, e isso muda quase tudo.

Coimbra anda com dois relógios que nunca coincidem

Um terço do público é substituído todos os setembros, e o outro grande comprador trabalha com aprovações medidas em semanas. Planear um ano aqui é escolher.

Criadores UGC em Lisboa

Metade dos clientes que o vão contratar em Lisboa vão fazer o briefing em inglês. Conte com isso antes de contar com o resto.

Criadores UGC no Porto

Os seus melhores clientes cá estão a quarenta minutos de carro, em pavilhões sem placa na porta.

Gaia é a vista que toda a gente filma

O postal do Porto tira-se deste lado do rio. Viver cá é ser dono da imagem que a cidade inteira quer, num sítio que ninguém nomeia.

O Alentejo mede-se em horas de estrada, não em quilómetros

Aqui um cliente enche um dia. Só esse facto muda o que se vende: não um vídeo, um dia, e a luz aperta as horas de que dispõe.

O seu comprador é um departamento de compras noutro país

Ninguém compra por impulso na exportação industrial. O vídeo que resulta não é o que vende, é o que um comercial consegue reencaminhar.

Trabalhar como criador UGC na Madeira e nos Açores

A sua agenda não é a limitação. A encomenda é. O que a insularidade muda no orçamento, no prazo e na filmagem.

Trabalhar como criador UGC no Algarve

O seu primeiro cliente aqui talvez não fale português consigo, e a região é mais comprida do que sugere a frase «cubro o Algarve».

Um residente compra cinquenta vezes, um turista compra uma

Boa parte da despesa cá vem de gente que mora em Cascais e não fala português. Quase todo o conteúdo local aponta ao outro grupo.

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