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Dicas, guias e histórias sobre UGC e marketing de criadores.

UGC imobiliário nos Estados Unidos: o Fair Housing Act em vídeo
Perfeito para famílias é uma frase que o Fair Housing Act lê como preferência. O que a lei federal proíbe num vídeo de imóvel, as bases protegidas, e o briefing que descreve a casa e nunca a pessoa.

UGC para marcas biológicas e quintas nos Estados Unidos: a palavra organic
Quatro rótulos, quatro limiares: o que organic significa segundo o USDA, a certificação e a isenção abaixo dos $5.000, os têxteis, e o briefing que mantém a palavra junto do produto certificado.

UGC para marcas de saúde e farmácia nos Estados Unidos: a linha da FDA
Medicamento sujeito a receita ou não: a linha que a FDA traça na promoção de saúde, o padrão da FTC para tudo o resto, o testemunho com diagnóstico e o briefing que mantém o vídeo do lado certo.

UGC para marcas de CBD e cânhamo nos Estados Unidos: a leitura da FDA
Para a FDA, um CBD que ajuda a dormir é um medicamento não aprovado, nem suplemento nem alimento. O que a página da FDA diz do marketing, o que a FTC acrescenta, e o briefing que descreve o produto sem prometer um efeito.

UGC para marcas de fitness nos Estados Unidos: o testemunho é a alegação
Nos Estados Unidos, o resultado de um criador é uma alegação da marca, julgada pelo resultado típico e não pela história dele. Results not typical não salva nada; medir o resultado típico e fazer o casting por ele, sim.

UGC para marcas de beleza nos Estados Unidos: cosmético ou medicamento
Nos Estados Unidos, a palavra que o criador diz decide se o produto é um cosmético ou um medicamento. O que a FDA lê como intended use, o que a FTC exige provar, e o briefing que mantém o vídeo do lado certo.

UGC para marcas de alimentos e bebidas nos Estados Unidos: as alegações
Health claim, nutrient content claim, structure/function claim e a palavra natural: as três categorias da FDA que um criador cruza sem saber, e o briefing que mantém doze vídeos num vocabulário defensável.

UGC para marcas de suplementos nos Estados Unidos: as frases permitidas
Structure/function claim, alegação de doença e o disclaimer imposto palavra por palavra: o que um criador pode dizer sobre um suplemento nos Estados Unidos, e o que a FTC exige por trás de cada frase.

UGC para marcas de bebé e criança nos Estados Unidos: COPPA e divulgação
Menos de 13 anos: o que a COPPA cobre e não cobre, porque a FTC diz que a divulgação pode não funcionar com crianças, a autorização da imagem da criança, e o briefing para um criador que é pai ou mãe.

UGC para marcas de moda nos Estados Unidos: Made in USA em vídeo
Made in USA é uma alegação que a FTC lê também nos símbolos: uma bandeira, uma oficina, o adjetivo americano. O critério all or virtually all, a lei dos têxteis para o vestuário, e a frase de origem que a marca dá ao criador.

Criadores UGC em Austin: trabalhar com marcas de fundadores
Em Austin, o comprador é o fundador: decide num dia, não escreve briefing e quer o criador presente no evento. O criador substitui o processo em falta por uma confirmação escrita de uma página.

Criadores UGC em Seattle: o vídeo de listing para marketplaces
Em Seattle, muitas marcas vendem em marketplaces e encomendam vídeos de página de produto: a política da plataforma passa antes do gosto da marca, a utilização é indefinida e o volume faz o preço.

Criadores UGC em Nashville: o som é a entrega
Em Nashville, o briefing é julgado pelo som: música que a marca pode licenciar, voz bem gravada, duas versões por vídeo. À volta, sedes de saúde e hotelaria com estadias oferecidas a divulgar.

Criadores UGC em Las Vegas: convenções e hotelaria
Em Las Vegas, o calendário de convenções é a lista de clientes: marcas de fora que precisam de clipes no mesmo dia. Ao lado, a hotelaria paga em quartos e refeições que exigem divulgação.

Criadores UGC em Denver: a prova de uso em condições reais
As marcas de Denver compram a prova de que o produto foi usado na chuva, no frio, em altitude. O calendário segue a montanha, a terra tem dono, e o equipamento oferecido não substitui o pagamento.

Criadores UGC em Washington DC: quando o comprador tem uma missão
Em Washington, o comprador tem uma missão, não um produto: associações, campanhas e contratantes. Dois regimes de divulgação, FTC e FEC, e um aviso que fica quatro segundos no ecrã.

Criadores UGC em Boston: quando o revisor é um cientista
Em Boston, quem revê o vídeo pode ter um doutoramento: cada adjetivo é uma afirmação a provar. Descrever a experiência, nunca o resultado, e aceitar ciclos longos com pagamento a net-30.

Criadores UGC em Phoenix: o vídeo de serviço para negócios locais
Em Phoenix, o cliente é um dono de negócio local ou um franchisador: o vídeo não tem produto para segurar, mostra um problema, uma visita e uma pessoa que parece o cliente, com utilização local e longa.

Impostos do criador UGC nos Estados Unidos: dois impostos, um dólar
A partir de $400 de rendimento líquido, o IRS espera uma declaração: sole proprietor automático, imposto sobre o lucro mais self-employment tax a 15,3 %, pagamentos por estimativa e os formulários pela ordem em que chegam.

Como receber pagamentos UGC nos Estados Unidos: W-9, net-30 e escrow
Receber de uma marca americana é uma sequência: o W-9 ou W-8 BEN antes do primeiro dólar, purchase order e prazos net-30, a transferência ACH, o 1099-NEC depois do fim do ano, e o escrow que inverte a ordem.

UGC sem seguidores nos Estados Unidos: o relatório não os conta
O relatório de campanha de uma marca americana não tem coluna para seguidores: o anúncio corre na conta da marca. As duas situações em que a audiência volta ao preço, whitelisting e publicação própria, e o que a substitui.

Portfólio UGC para os Estados Unidos: 3 segundos por vídeo
Um media buyer americano vê os primeiros 3 segundos e decide. Anúncios curtos completos em 9:16, spec ads identificados, direitos verificados antes de mostrar trabalho de cliente, e cinco linhas de texto que fecham as perguntas.

Quanto cobrar por UGC nos Estados Unidos: o preço é uma licença
Um orçamento americano tem quatro componentes: produção, direitos de utilização, exclusividade e extras. Como se combinam num exemplo aritmético, o que mexe na tarifa base e porque é que os seguidores não entram.

O mercado UGC nos Estados Unidos: o comprador é um media buyer
Nos Estados Unidos, UGC é criativo publicitário para a distribuição paga da própria marca, não influência. Quem compra, o que pede um briefing de performance, como variam as regiões e as duas regras federais de todos os trabalhos.