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Dicas, guias e histórias sobre UGC e marketing de criadores.

Fazer UGC sem pôr a cara
A resposta honesta não é um sim simples. Partindo do que a marca compra quando pede uma cara, vê-se o que a pode substituir e o que não pode.

O som veio da app, portanto é livre
Deixa de ser assim no momento em que a marca põe dinheiro atrás do vídeo. Onde o vídeo vai passar é a única coisa que decide que som pode levar.

Mandam a caixa em vez do dinheiro
Uma só mensagem esconde três propostas completamente diferentes. Como distingui-las, o que responder, e o caso raro em que aceitar o produto é o certo.

Já pagou para ele aprender o produto
Parte da primeira fatura foi um desconhecido a perceber o que o seu produto faz. Esse custo não se paga duas vezes, e quase todas as marcas pagam sempre.

A pergunta que trava uma conversa que ia ganhando
Um cliente quase fechado envia-lhe um formulário de fornecedor. Uma linha pede o seu seguro, e não há maneira boa de responder tarde.

Algures na sua empresa há dois briefings
Um escrito em Antuérpia, outro em Bruxelas, para a mesma campanha. Parte dessa duplicação é necessária e a maioria não é.

A sua melhor frase é provavelmente a terceira
É onde a pessoa se aquece, e é onde morrem bons brutos. A montagem de UGC é subtrativa, e quase todos os reflexos do programa são aditivos.

O que vai dentro da caixa
Toda a gente escreve sobre o briefing. Quase ninguém pensa na encomenda, e o que lá está dentro decide metade das mensagens que se seguem.

A linha que falta em quase todas as faturas belgas
Ninguém pediria a um criador que atravessasse a França de graça. Atravessar a Bélgica não parece nada, e é justamente por isso que lhe custa.

Quase todos os briefings de UGC são um moodboard e um prazo
Um briefing não é inspiração. É a lista de decisões que já tomou, e seis linhas carregam quase todas.

Não lhes vendeu visualizações
O vídeo não resultou e a mensagem já chegou. O que disser na próxima hora decide se isto passa a ser culpa sua para sempre.

O único briefing de UGC que o marketing não paga
O conteúdo de recrutamento é comprado por outro departamento, julgado por outra métrica, e responde a três perguntas que um anúncio de emprego não consegue tratar.

Em agosto vai parecer que o seu negócio está a afundar
Não está. O trabalho não desapareceu, mudou de sítio, e o erro caro é aquilo que fizer na terceira semana de silêncio.

Melhorado por todos os que o viram
O UGC raramente morre na produção. Morre na aprovação, e morre de ser melhorado, e é por isso que ninguém na sala o vê acontecer.

Três mercados estrangeiros antes do almoço
Da maior parte da Bélgica está noutro país em menos de uma hora. Quase nenhum criador daqui orça a pensar nisso, e o erro é sempre o mesmo.

O briefing diz: mostre como o serviço funciona
Não há nada para mostrar. Só esse facto explica porque é que o UGC de serviços acaba em explicação, e porque é que a explicação não resulta.

Dois criadores, a mesma terça, dois negócios diferentes
Um vendeu imagens. O outro vendeu uma audiência. Mesma câmara, mesmo produto, e só um deles sabia em que negócio estava.

Para um restaurante, o alcance é um custo
Tudo o que se escreve sobre UGC assume que o produto pode ser enviado a quem vê. O seu não pode, e isso inverte quase todas as regras.

A única coisa que não se arranja depois
Uma imagem um pouco escura salva-se na montagem. O som de uma divisão que ressoa não, e as casas portuguesas são feitas para o produzir.

Alguém está a ver o seu UGC sem nunca ter estado na segmentação
Um comprador de uma cadeia a decidir se lhe dá espaço na prateleira. Lê os mesmos vídeos de forma completamente diferente, e quase nenhuma marca faz a versão de que ele precisa.

Ninguém decidiu não lhe pagar
Um atraso no pagamento parece pessoal e quase nunca é. Na Bélgica tem três causas distintas, e a mensagem que desbloqueia é diferente em cada uma.

Quando não comprar UGC
Esta é uma página de um marketplace de UGC a dizer-lhe quando não o comprar. Há três situações em que o formato rende pouco, e comprá-lo à mesma é como uma marca conclui que não funciona.

Duas cláusulas decidem o que ganha. O resto é mobiliário
A maioria dos contratos de UGC tem duas páginas. Duas linhas lá dentro fixam o que o trabalho lhe vale, e nenhuma delas é a do preço.

A venda que perdeu não está nas suas estatísticas
Aconteceu no site de outra pessoa. Na Bélgica o seu concorrente pelo clique raramente é outra marca belga, e o que ele vende não é um preço.